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Os objetivos do desenvolvimento sustentável

7 out

Na faculdade, tinha uma matéria que se chamava Projeto Interdisciplinar e tinha como objetivo apresentar um trabalho (prático ou teórico) com temas a escolha dos alunos, que eram misturados em mais de uma habilitação e trabalhavam em grupos.

Em um destes trabalhos, fizemos trabalhos temáticos sobre os objetivos do milênio, da ONU. Lembro-me, parcamente, que cada um fez um trabalho sobre um dos desenvolvimentos. Era, ainda, início da faculdade e, nesta época, ainda gostava de tudo e de qualquer coisa que envolvesse o jornalismo. Não sabia, ainda, que enveredaria para a área mais social. No entanto, desde este trabalho tem “queda” pelos desenvolvimentos do milênio.

Se você der uma busca por aqui, muito provavelmente encontrará muitas matérias falando sobre eles. O alcance das metas e etc.

Acontece que este ano, a ONU lançou novas metas a serem alcançadas pelos países-membros já que os Objetivos do Milênio tinham meta até este ano. Os (novos) Objetivos de Desenvolvimento Sustentável possuem 17 objetivos com 169 metas – os objetivos possuem um conjunto de medidas que devem ser adotados para que ele seja realmente alcançado de forma plena.

As ações mundiais, que terão prazo de 15 anos para serem alcançadas, tratam de erradicação da pobreza, segurança alimentar, agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura, industrialização, entre outros.

Os temas podem ser divididos em quatro dimensões principais:

Social: relacionada às necessidades humanas, de saúde, educação, melhoria da qualidade de vida, justiça.

Ambiental: trata da preservação e conservação do meio ambiente, com ações que vão da reversão do desmatamento, proteção das florestas e da biodiversidade, combate à desertificação, uso sustentável dos oceanos e recursos marinhos até a adoção de medidas efetivas contra mudanças climáticas.

Econômica: aborda o uso e o esgotamento dos recursos naturais, produção de resíduos, consumo de energia, entre outros.

Institucional: diz respeito às capacidades de para colocar em prática os ODS.

No Facebook, para divulgar os novos objetivos do desenvolvimento sustentável, está acontecendo uma ação de promoção do objetivo que as pessoas mais se identificam. Eu escolhi “Alcançar a igualdade de gênero”, que é o objetivo número 5.

E você, com qual se identifica? Entre no site (clique aqui) e compartilhe seu objetivo preferido. O próprio site permite que você compartilhe o objetivo de sua escolha, basta clicar sobre ele. No site você também poderá ler mais sobre cada objetivo, suas metas específicas, ver o histórico e conhecer sobre a perspectiva brasileira em cada objetivo. Vale a pena acessar, ler, se informar e, quem sabe, trabalhar pelo alcance das metas. Afinal, se a mudança não começar por nós, ela não começará nunca!

Os novos Objetivos do Milênio

19 jan

Em 2015 expira o prazo para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) estabelecido pelo PNUD e assumido pelos 191 estados membros das Nações Unidas.

 No entanto, o diretor do Escritório Internacional do PNUD de Políticas para o Desenvolvimento, Olay Kjorven, defende a criação de um novo conjunto de metas para ampliar o combate à desigualdade social, promover a sustentabilidade ambiental e incluir o enfrentamento de problemas que afetam ricos e pobres.

Para o especialista, os desafios enfrentados entre países ricos e pobres é desequilibrado para que se atinja as metas. Segundo ele, isto acontece porque o foco está nos chamados países em desenvolvimento, dando a impressão de que as nações mais industrializadas têm pouco ou quase nada a melhorar.

“Todos os países deveriam ser tratados da mesma forma, com objetivos para cumprir internamente e também com a responsabilidade de oferecer ajuda e solidariedade a outros nas áreas em que são referência”, afirma o diretor do PNUD.

Novos Objetivos

As novas metas estabelecidas ainda estão em fase de elaboração, mas estão voltadas para as próximas duas décadas – até 2030.

Desta forma, os novos objetivos devem ser:

1º – Garantir o corte de emissão de gases de efeito estufa em 50%

2º – Criar uma série de medidas para aumentar a produtividade e a resistência dos ecossistemas críticos, expandindo áreas protegidas de terra em 17% e de mar em 10%, aumentar em 20% as áreas agrícolas cultivadas de acordo com critérios de sustentabilidade.

3º – Reduzir o consumo de proteína animal per capita em 20% para diminuir a pressão sobre os sistema de criação de animais.

4º – Combate à pesca desenfreada, garantindo a capacidade de renovação dos ecossistemas marinhos.

5º – Implementar políticas de produção industrial, reduzir desperdícios e minimizar a liberação de produtos tóxicos em solos, águas e ar.

6º – Alterar a carga fiscal para reduzir a geração de resíduos e impedir o esgotamento do capital natural.

7º – Fortalecimento das regras de transparência e das medidas anti-corrupção e controle da especulação financeira.

8º -Garantir o cumprimento total dos objetivos e fortalecer a luta global contra a pobreza.

Com informações do PNUD

Dica de site: gênero, raça e etnia

14 jan

A Organização das Nações Unidas (ONU) juntamente com órgãos do governo federal brasileiro ligados às questões de gênero e raça lançaram em outubro de 2010 o site do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia.

O endereço eletrônico conta com notícias, vídeos, estudos referentes aos temas, alem de mais informações sobre esta iniciativa.

Segundo os organizadores do programa, o site deve ser um ambiente de relacionamento, informação e consulta de dados sobre gênero, raça e etnia.

O Programa

Desenvolvido por seis agências da ONU, o programa foi criado com o objetivo de defender e propagar a incorporação da equidade de gênero, cor e raça na gestão pública além de facilitar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) que estão direta ou indiretamente ligados à questões de gênero, raça e etnia.

Segundo dados da ONU, as mulheres somam no mundo 70% das pessoas que vivem na pobreza, tornando-se, assim, mais vulneráveis a violência, doenças, falta de moradia e trabalho decente. No Brasil, embora estudem mais que os homens, as mulheres têm menos chances de ter um emprego e recebem menos quando desempenham a mesma função que os homens e geralmente ocupam postos piores. Em relação às mulheres negras, a realidade é ainda pior.

O programa envolve a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial além do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Organização Internacional do Trabalho, Fundo das Nações Unidas para a Infância, Fundo de População das Nações Unidas, Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas  para a Mulher e o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos.

Para acessar o site, clique aqui.

Ipea e ONU apresentam relatório dos Objetivos do Milênio

12 abr

O evento mostrou os avanços do Brasil em relação às metas propostas pela Organização das Nações Unidas

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou nesta quinta-feira, dia 8, o quarto relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU). A abertura foi feita pela representante da ONU Marie-Pierre Poirier, e o relatório foi apresentado pelo diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea,  Jorge Abrahão. O documento contou com a colaboração de mais de 20 ministérios, supervisão da Casa Civil, e coordenação do Ipea, da Secretaria-Geral da Presidência da República  e do Ministério do Planejamento e Gestão.

Poirier iniciou sua apresentação dizendo que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio são hoje uma prioridade para a ONU e que diversos países têm alcançado as metas estabelecidas. “A agenda dos Objetivos do Milênio se tornou a agenda de muitos países. As metas do milênio precisam se tornar metas de Estado”, disse a representante da ONU. Poirier afirmou ainda que os objetivos mais difíceis de serem alcançados pelos países têm sido o da redução da mortalidade materna e a redução da população sem acesso permanente e sustentável a água potável e esgotamento sanitário.

O Brasil alcançou metas como a redução da população urbana sem acesso a água, porém, em relação à população rural, os níveis de cobertura ainda são muito deficitários. As metas de redução da pobreza extrema e da fome já foram alcançadas e superadas pelo Brasil, que criou metas próprias, mais ousadas do que as da ONU, para esse objetivo específico. “Grande parte do atingimento das metas é resultante de políticas públicas do Brasil, que não foram criadas por acaso, tais como políticas sociais e econômicas que, por meio da estabilidade, favoreceram os pobres. Os programas de transferência de renda foram fundamentais no combate à fome e à pobreza extrema”, disse Jorge Abrahão. 

O diretor enfatizou que embora os objetivos da ONU e do Brasil tenham sido alcançados em relação à fome e à pobreza extrema, persistem disparidades regionais que precisam ser combatidas. “Precisamos de ações concretas das políticas públicas para a superação das diferenças regionais”, destacou Abrahão. Em relação à educação, alguns objetivos como a redução da razão na inclusão de meninos/meninas no ensino fundamental foi alcançada, porém é preciso elevar o nível do ensino público. “O Brasil se propôs uma meta mais ousada para a inclusão na educação para todos, mas ainda há uma deficiência no processo escolar, onde as falhas são muitas”, afirmou o diretor do Ipea.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram estabelecidos em 2000 pela Organização das Nações Unidas e foram assinado por 189 países, entre eles o Brasil, com o compromisso de lutar contra a pobreza, a fome, a desigualdade de gênero, o vírus da Aids, degradação ambiental, entre outros. O quarto relatório dos ODM traz a avaliação de 18 metas monitoradas por 48 indicadores propostos pela ONU e 60 assumidos voluntariamente pelo Brasil.

Confira o relatório na íntegra.

Iniciativas governamentais.

Veja os gráficos da apresentação dos Objetivos do Milênio.

Fonte: IPEA

Brasil está longe de meta da ONU para mortalidade materna

21 ago

Entre as metas do milênio recomendadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil só teme não conseguir êxito na redução da taxa de mortalidade materna. O compromisso é diminuir os óbitos de gestantes e parturientes até 42 dias após o término da gestação em 75% até 2015, tomando 1990 como o ano base.

– É o nosso grande desafio. É inadmissível um país do porte do Brasil, que fez uma revolução em seu sistema sanitário, conviver com índices absurdos de mortalidade materna – avaliou o diretor de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde, José Luiz Teles, que participou de debate sobre o tema na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na última terça-feira (11).

Apesar de haver controvérsia entre os especialistas sobre se essa taxa reflete o estágio de desenvolvimento econômico e social de um país ou de uma região, a exemplo da mortalidade infantil – cuja meta de redução deve ser alcançada três anos antes do prazo fixado pela ONU -, são as mulheres negras com baixa escolaridade, solteiras, com idade entre 20 e 39 anos, que mais morrem no Brasil, conforme levantamento do Ministério da Saúde.

A taxa brasileira de 55,1 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos é muito pior do que a de vizinhos do Mercosul, como Argentina e Uruguai. É quase três vezes a do Chile e a de Cuba. E na América Latina, só ganha do México, da Venezuela, do Paraguai e do Peru, conforme os dados mais recentes informados pelos países ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

A principal causa dessas mortes no país ainda é a hipertensão arterial, o que mostra que o Brasil mudou pouco em relação ao século passado nesse quesito. As outras causas são, por ordem, as hemorragias, as infecções puerperais, doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, parto e puerpério, e os abortamentos, segundo mesmo levantamento do minsitério.

– Como podemos nos apresentar lá fora com essa mancha tão vergonhosa? Na Alemanha e na França, tem agente de saúde só para cuidar das gestantes -, instigou a presidente da CAS, senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), durante o debate sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e o enfrentamento à mortalidade materna. Para ela, trata-se de uma questão de saúde pública nacional.

Para tentar reverter um quadro tão desastroso, o governo brasileiro resolveu costurar um pacto com os estados e os municípios para enfrentar o problema. Traçou internamente a meta de reduzir a taxa de mortalidade materna em 5% este ano e outros 5% em 2010, com prioridade para o semiárido nordestino e os estados que compreendem a Amazônia Legal. E definiu um conjunto de medidas, que vão desde a capacitação de profissionais de saúde até o aperfeiçoamento dos comitês estaduais que notificam e investigam as causas dos óbitos maternos, com o objetivo de elaborar estatísticas confiáveis.

Mas há avanços a registrar. Entre 2002 e 2008, houve aumento de 70% no atendimento a consultas pré-natal, o que significa que 70 milhões de mulheres tiveram atenção hospitalar especializada, com 97% de partos realizados em ambiente hospitalar, segundo dados do Ministério da Saúde. Iniciativas como a do município de Maués, no interior do Amazonas, de trabalho conjunto dos médicos da rede pública com as parteiras, vem sendo apontadas pelo ministério como alternativa para diminuir a mortalidade materna nos municípios menores.

Durante o debate na CAS, a coordenadora estadual da Pastoral da Criança de Sergipe, Sílvia Maria Cruz, elencou diversas recomendações para reduzir a mortalidade materna, como o uso criterioso da ocitocina (hormônio produzido no hipotálamo e armazenado na hipófise) em protocolos médicos, uso de partograma (registro da evolução do trabalho de parto) com acompanhamento médico, aumento do número de leitos materno-infantil, incentivo à busca ativa da gestante pelo exame pré-natal, viabilização de diagnóstico e acesso a especialistas para gestantes cardiopatas e diabéticas.

O representante da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Hélvio Bertolozzi Soares, disse que as desigualdades regionais e as causas socioeconômicas devem ser levadas em conta quando se avalia a mortalidade materna. “Quanto melhor a qualidade da nação, do estado e do município, menor a mortalidade materna”, afirmou. A Febrasgo deve realizar um trabalho conjunto com o Ministério da Saúde, com duração de três anos, com objetivo de reduzir a mortalidade materna.

Fonte: DCI

Direitos Humanos indígenas

20 ago

O relator especial das Nações Unidas para os Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais dos Povos Indígenas, James Anaya, divulgou nesta quarta-feira um relatório sobre o desempenho do Brasil na proteção dos direitos humanos ligados à população indígena. No relatório, Anaya afirma que os governos locais têm “desenvolvido um grande número de significativos programas de proteção a terras indígenas, de desenvolvimento, saúde e educação”, no entanto ele ressalta que esta população continua enfrentando diversos obstáculos que atrapalham o pleno exercício de seus direitos humanos.

Entre as questões apontadas está a ausência de consultas do governo a esses povos sobre o planejamento e a execução de atividades que afetam diretamente a vida das comunidades, assim como a extração de recursos naturais. Outra dificuldade, segundo o relatório, são as frequentes ameaças de invasões e ocupações indevidas, mesmo quando as terras indígenas já estão demarcadas e devidamente registradas.

Para ultrapassar esses desafios, o relatório sugere o desenvolvimento de uma campanha nacional, tendo como objetivo educar toda a população do país a respeito das questões indígenas e a implementação de novas iniciativas que garantam às populações indígenas mais acesso indígena à universidade e às decisões governamentais.

Anaya esteve em visita oficial ao Brasil entre os dias 18 e 25 de agosto de 2008. Durante sua visita, o relator coordenou estudos de campo em três estados: Amazonas, Roraima e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal, onde se reuniu com representantes do governo e de ONGs que atuam na defesa dos direitos dos povos indígenas. O documento deverá apresentado ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra (Suíça) no dia 14 de setembro. O Conselho ficará reunido até 2 de outubro de 2009.

Fonte: O Globo

A crise e os Objetivos do Milênio

7 jul

A menos da metade do prazo estabelecido para alcançar os Objetivos do Milênio, a Organização das Nações Unidas (ONU) informou que os grandes adiantamentos na luta contra a pobreza e a fome tem evoluído de forma mais lenta e, às vezes, tem perdido terreno como resultado da crise econômica. 

“Não podemos permitir uma situação econômica desfavorável nos obrigue a deixar de lado os compromissos contraídos em 2000. Pelo contrário, nossos esforços para re-estabelecer o crescimento econômico devem ser considerados como uma oportunidade para tomar algumas decisões difíceis mas necessárias para criar um futuro mais equitativo e sustentável.”, afirma o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Os dados da ONU mostram que entre 1990 e 2006, a proporção de famintos no mundo passou de 20% da população para 16%. Mas o fenômeno se inverteu a partir de 2008 com a alta nos preços de alimentos e, agora, se aprofunda diante da recessão e queda na renda. Há duas semanas, a FAO alertou que pela primeira vez mais de 1 bilhão de pessoas no mundo passariam fome até o fim deste ano.

Uma das principais preocupações da organização é com a capacidade e vontade política dos governos para continuarem subsidiando programas sociais.

De acordo com o secretário-geral adjunto para assuntos econômicos e sociais, Sha Zukang, o informe de 2009 dos Objetivos do Milênio não dispõe de todos os dados para revelar o impacto da crise econômica, mas já detecta as áreas que regrediram.

Relatório 2009

De acordo com o relatório recém divulgado, os avanços mais evidentes são nas intervenções focalizadas com efeito imediato e quando um maior financiamento resulta na ampliação de programas que brindam serviços e capacitação diretamente as pessoas necessitadas.

No entanto, o progresso tem sido mais modesto quando se requer alterações estruturais e compromissos políticos de financiamento a longo prazo. Isso, de acordo com Zukang, explica os escassos resultados na redução da mortalidade materna e no aumento do acesso a serviços de saneamento para pessoas pobres em zonas rurais.

O secretário-geral adjunto ressaltou ainda que, para alcançar os Objetivos do Milênio, a agenda do desenvolvimento deve estar plenamente integrada nos esforços para impulsionar o crescimento e reconstruir a economia global.

Por Adriana Franco