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Venezuela ultrapassa metas do milênio

14 jul

Preparado para ser apresentado em Genebra, a Venezuela mostra dados contundentes sobre o avanço das variáveis do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O país passou de 0,7456 (em 1988) para 0,8263 (em 2007). Esta taxa está no patamar de um país de alto desenvolvimento.

A elevação do índice se reflete em outras tantas variáveis medidas pelo IDH como a proporção de pessoas em situação de extrema pobreza – que passou de 29,85% em 2003 para 9,4% no primeiro semestre de 2007. A meta estipulada para o país era de 12,5% em 2015.

A taxa de mortalidade infantil caiu de 19 para 13,7 em cada mil nascidos no período de oito anos. Já o número de doentes com HIV tratados gratuitamente subiu de 1.059 para 25.657. 

 De acordo com o Ministério da Saúde, os progressos em assistência médica estiveram sustentados graças ao programa gratuito conhecido como Missão Bairro Adentro.

Para cumprir a meta de extinguir a fome antes de 2015, a Venezuela estabeleceu em 2008 6.048 casas de alimentação para grupos sociais mais necessitados  além de instituir mais de 16 mil estabelecimentos alimentícios com preços subvencionados.

De 1990 a 2007 aumentou até 92% a percentagem de pessoas com acesso à água potável, acima da meta para 2015, que era levar a cifra a 84%.

O investimento social teve em 10 anos de governo de Chávez um crescimento sustentado para passar de 8,4% do produto interno bruto (PIB) em 1988 a 18,8% em 2008.

O que precisa mudar no Brasil para a sua vida melhorar de verdade?

16 jun

Essa foi a pergunta feita a meio milhão de pessoas para definir o foco para o próximo Relatório de Desenvolvimento Humano, que deve sair no início do ano que vem.

A campanha denominada Brasil Ponto a Ponto teve sete audiências públicas e conseguiu ouvir pessoas de diversas classes sociais e graus de instrução. Entre eles, estavam acadêmicos de 4009 cursos de pós-graduação e pessoas dos 10 municípios com os piores IDH do Brasil. No universo pesquisado, 60% são jovens e 58%, mulheres.

É a primeira vez, no mundo, que o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) faz uma pesquisa para revelar as áreas de preocupação dos brasileiros. Educação, violência, políticas públicas, emprego e saúde foram as cinco maiores preocupações apontadas pelos brasileiros.

No caso da educação, foram enfatizadas preocupações com a qualidade no ensino formal e a falta de formação de valores nas escolas. Em relação à violência, a ênfase recai sobre as agressões contra pessoas, como a própria violência doméstica.

A equipe do PNUD notou que o tema que mais aparece na fala dos participantes está relacionado aos valores que organizam a sociedade, portanto este será o assunto do próximo Relatório de Desenvolvimento Brasileiro, que deve sair em março do ano que vem.

Ranking

1º educação (18%); 
2º violência (14%); 
3º políticas públicas (14%); 
4º emprego (9%); 
5º saúde (6%); 
6º meio ambiente (5%); 
7º judiciário (3%); 
8º infraestrutura (2%); 
9º política (2%) e 
10º impostos (1%).

Por Adriana Franco
Com informações do Planeta Sustentável